quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Cultura do Amapá

Cultura  

 
Inegavelmente que o Estado do Amapá duma maneira geral, absorve um conjunto de tradições, lendas, crenças e costumes tão ao jeito do seu povo, como se pode observar através do seu riquíssimo folclore.
 
Mas é nos sectores da dança e da culinária que estas referências se fazem mais sentir, sem  contudo  beliscar minimamente outras atividades que a meu ver, também tem seu interesse.
 
Digamos que ao longo do ano, várias festas se realizam em Municípios do Estado, com o objectivo de valorizar, preservar e divulgar o folclore  local.
 
Nesse contexto admitimos que a alimentação em toda a região do Amapá, se garante através dos seus pratos típicos indígenas, como por exemplo a maniçoba  preparo feito com folhas de mandioca ), acrescido de carne de porco e de bovino; o vatapé ( prato á base de peixe com muito tempero); caldeirada do tucunaré (peixe com muitos ingredientes), talvez as mais preferidas se levarmos em conta a sua diversidade. 
 
No entanto a Castanha-do-Brasil, presente em tudo que é doce e as bebidas qual delas a mais saborosa e das quais destacamos o açaí ( coquinho onde se extrai vinho); o bacaba, ( palmeira de cujo fruto também se extrai vinho) e o tacacá ( uma sopa típica com sabor selvagem), além de outras iguarias tão saborosas quanto únicas.
 
Se na culinária os mapaenses se desdobram em compor pratos requintadamente tradicionais, já na dança, ao som das caixas ( tambores ) rusticamente confeccionados, os participantes na sua maioria negros e mulatos, dançam em redor dos tocadores, respondendo em coro  "ladrões" ( trechos cantados pelo próprios dançarinos).
 
Retire-se daqui que essa dança típica tão requisitada pelo povo amapaense, Marabaixo ( danças entre etnias diferentes, colonizadores brancos com famílias africanas ),  ritual de origem africana a realizar nas comemorações da Semana Santa, durante 64 dias.
 

História do Pará

História

A região onde hoje se encontra o Estado do Pará foi diversas vezes invadida desde o início do século XVI, por holandeses e ingleses em busca de sementes de urucum, guaraná e pimenta. A ocupação portuguesa consolidou-se em 1616, com a fundação do Forte do Presépio, mais tarde denominado Forte do Castelo, na baía de Guajará, que deu origem à cidade de Belém. Em 1621, o território passa a fazer parte da província do Maranhão e Grão-Pará, integração criada com o objetivo de melhorar as defesas da costa e os contatos com a metrópole, uma vez que as relações com a capital da colônia, Salvador, localizada na costa atlântica, eram dificultadas pelas correntes marítimas. No século XVII, a região conheceu um período de grande prosperidade, com a proliferação de lavouras de café, arroz, cana-de-açúcar, cacau e tabaco, além de fazendas de gado. A integração do Maranhão e Grão-Pará foi desfeita em 1774, época que coincidiu com certa estagnação da economia local. No final do século XIX, no entanto, o crescimento econômico foi retomado, a partir da exploração da borracha, que trouxe grande desenvolvimento para a região norte do País. Ao longo do século XIX ocorreram no Pará alguns movimentos de insurgência contra Portugal, entre os quais se destaca o movimento popular da Cabanagem, ocorrido em 1835 e sufocado em seguida, que chegou a decretar a independência da província e instalar um novo governo em Belém.
Origem do Nome
A origem do nome Pará vem do termo Pa'ra, que significa rio-mar na língua indígena tupi-guarani. Era como os índios denominavam o braço direito do rio Amazonas, engrossado com as águas do rio Tocantins, que o torna tão vasto ao ponto de não se poder ver a outra margem, mais parecendo um mar do que um rio. Ao chegarem à região, os portugueses deram primeiramente o nome à terra de Feliz Luzitânia, que foi depois substituído pelo de Grão-Pará (grande rio), para finalmente, se tornar apenas Pará.

Turismo do Pará

Turismo 

O Estado oferece grandes atrativos turísticos, principalmente de origem natural, fato atestado pela Organização dos Estados Americanos (OEA), que concluiu que o Pará é dono de 49% das atrações naturais da Amazônia. O estímulo à atividade turística se dá por dois fatores: a execução de obras que embelezam cidades paraenses e a divisão do Estado em seis pólos turísticos, que contemplam diversas vertentes da atividade.
Obras como a Estação das Docas, Ver-o-Rio, Parque da Residência, Mangal das Garças, Feliz Lusitânia e Aeroporto Internacional de Belém ajudaram a impulsionar a atividade turística na capital, sendo atração permanente para pessoas de todas as partes do País e do mundo durante o ano inteiro e não apenas no Círio de Nazaré, que é uma época tradicional para o turismo no Estado.

Cultura do Pará


Cultura

A Culinária paraense possui grande influência indígena. Os elementos encontrados na região, formam a base de seus pratos, o que deixa os gourmets maravilhados pela alquimia utilizada na produção destes pratos exóticos. Os nomes dos pratos são tão exóticos quanto seu sabor, já que são de origem indígena.
Pratos típicos da região são:Açaí,Caranguejo,Caruru Paraense,Casquinho de mussuã,Chibé,Cuscuz, Pato no tucupi,Tacacá,Maniçoba,Peixe moqueado,Pirarucu de sol,Pupunha e Sopa de aviú.
O Pará apresenta mais de uma centena de espécies comestíveis, são as denominadas frutas regionais, e em muitas vezes apresentando um exótico sabor para as suas sobremesas.

Características do Pará

Características do Pará

O Pará é uma das 27 unidades federativas do Brasil. É o segundo maior estado do país com uma extensão de 1.247.689,515 km², pouco maior que Angola, dividido em 143 municípios, está situado no centro da região norte e tem como limites o Suriname e o Amapá a norte, o oceano Atlântico a nordeste, o Maranhão a leste, Tocantins a sudeste, Mato Grosso a sul, o Amazonas a oeste e Roraima e a Guiana a noroeste.
O estado é o mais populoso da região norte, contando com uma população de 7.321.493 habitantes. Sua capital, Belém, reúne em sua região metropolitana cerca de 2 milhões e 100 mil habitantes, sendo a maior população metropolitana da região Norte. Outras cidades importantes do estado são, Abaetetuba, Altamira, Ananindeua, Barcarena, Castanhal, Itaituba, Marabá, Parauapebas, Santarém e Tucuruí. O relevo é baixo e plano; 58% do território se encontra abaixo dos 200 metros. As altitudes superiores a 500 metros estão nas serras de Carajás, Caximbo e Acari.
Os rios principais são, rio Amazonas, rio Tapajós, rio Tocantins, rio Jari e rio Pará.

Cidades de Tocantins

Cidades de Tocantins

Abreulandia
Aguiarnopolis
Alianca do Tocantins
Almas
Alvorada
Ananas
Angico
Aparecida do Rio Negro
Aragominas
Araguacema
Araguacu

Cidades de Roraima

Cidades de Roraima

Alto Alegre
Amajari
Boa Vista
Bonfim
Canta
Caracarai
Caroebe
Iracema
Mucajai

Cidades de Rondônia

Cidades de Rondônia

Alta Floresta d'Oeste
Alto Alegre do Parecis
Alto Paraiso
Alvorada d'Oeste
Ariquemes
Buritis
Cabixi
Cacaulandia

Poço do Fervedouro - TOCANTINS

                                    Poço do Fervedouro



Poço de águas cristalinas e borbulhantes, formado por uma nascente subterrânea. Possui profundidade desconhecida, já que nada afunda no lago, devido à pressão e alta densidade da água. Um dos atrativos mais interessantes da região.